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O que fazer se você tem intolerância à progestrona?

É possível ter intolerância à progesterona? Essa é uma pergunta muito comum no consultório e hoje vamos sanar todas dúvidas sobre o assunto!

Muitas mulheres enfrentam dificuldades com a progesterona durante tratamentos hormonais na menopausa. Essa intolerância pode causar sintomas como inchaço, irritabilidade, insônia, depressão e até sensibilidade mamária. 

A boa notícia é que há alternativas e ajustes que podem ser feitos para melhorar a tolerância e proporcionar mais conforto. 

Por que a progesterona é importante?

A progesterona tem um papel essencial na proteção do endométrio, prevenindo o crescimento exagerado desse tecido que pode levar a complicações. Portanto, mesmo em casos de intolerância, é importante buscar opções que equilibrem eficácia e bem-estar.

Quais são as causas da intolerância à progesterona?

A intolerância à progesterona pode ser desencadeada por vários fatores. 

  1. Desequilíbrio hormonal

Um dos principais é o desequilíbrio hormonal, comum na perimenopausa e menopausa, quando os níveis de progesterona e estrogênio variam bastante.

  1. Fatores genéticos ou condições como endometriose/SOP

Algumas mulheres podem ter uma sensibilidade maior ao hormônio devido a fatores genéticos ou condições pré-existentes, como endometriose ou síndrome do ovário policístico (SOP). 

  1. Dosagem de progesterona incompatível com a necessidade da paciente

Outro fator que contribui para a intolerância é a forma e dosagem da medicação utilizada no tratamento. A progesterona sintética pode causar mais reações adversas do que a versão bioidêntica, que é mais compatível com o corpo. 

  1. Fatores imunológicos

Por fim, fatores imunológicos também podem desempenhar um papel, já que o sistema imunológico pode reagir de forma exacerbada a hormônios exógenos.

Quais são as alternativas para quem tem intolerância?

Progesterona bioidêntica: essa versão, mais semelhante à progesterona natural produzida pelo organismo, é geralmente melhor aceita e tem menos efeitos colaterais.

Vias de administração diferentes

Transdérmicas (geis e adesivos): são absorvidas pela pele, evitando picos hormonais no sangue que podem causar sintomas adversos.

Intravaginal: a aplicação direta no local reduz os efeitos sistêmicos.

DIU com levonorgestrel: esse dispositivo libera doses muito baixas de progesterona diretamente no útero, minimizando os sintomas gerais e protegendo o endométrio.

Redução da dosagem: às vezes, diminuir a dose da progesterona pode aliviar os sintomas enquanto mantém seus benefícios.

Tratamentos não hormonais: em casos graves, terapias alternativas, como medicamentos para controle dos sintomas da menopausa, podem ser indicadas.

Como escolher a melhor abordagem?

O acompanhamento médico é fundamental para avaliar seus sintomas, necessidades e preferências. Cada mulher é única, e o tratamento deve ser personalizado para garantir a qualidade de vida durante a menopausa.

Para um panorama mais detalhado sobre intolerância à progesterona e tratamentos possíveis, confira o vídeo completo da Dra. Júlia Azevedo.

Conheça a Dra. Júlia Azevedo

A Dra. Júlia Azevedo é ginecologista e obstetra, com vasta experiência em climatério, menopausa e uroginecologia, formada pela UFRGS.

Com especializações em saúde feminina, ginecologia esportiva e estética íntima, ela oferece cuidados completos e personalizados para mulheres em todas as fases da vida. Seu foco está em proporcionar tratamentos modernos e eficazes, sempre com um atendimento acolhedor e humanizado.

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